No fim de semana, na casa de campo, o padrasto de Carolina tenta cortar a grama. O velho cortador de grama ronca e faz um barulho tão alto que Carolina nem consegue ouvir o celular. Completamente farta, ela reclama do barulho. Ela percebe que o padrasto está claramente perdendo a paciência com a atitude dela. Ele diz que está cansado de vê-la grudada no celular o dia todo, rolando a tela como se fosse um trabalho de tempo integral. Ele pega o celular, pronto para ligar para a mãe dela e contar o que está acontecendo. Carolina congela, percebendo que isso seria um desastre total para seus planos de fim de semana. Se a mãe dela descobrir, a diversão acaba antes mesmo de começar. O pânico a invade e ela começa a pensar rápido. Ela imagina que provavelmente seduzi-lo é a única maneira de consertar as coisas. Ela se aproxima com um sorriso sedutor no rosto enquanto ele tenta falar com a mãe dela ao telefone e, antes que o padrasto possa dizer uma palavra, ela mostra seus seios empinados. Ele tenta se opor, mas a protuberância crescente em suas calças é difícil de esconder. Ela o irrita, mas uma olhada em seu corpo jovem e em forma faz seu pau ficar duro e pronto para quebrar todas as regras. Ela alegremente coloca aquele grande pau de carne em sua boca jovem e ansiosa. Ela já chupou muitos paus antes, mas nunca sua boceta esteve tão molhada e pronta para ser fodida. Ele fica atrás dela e desliza para dentro, apreciando a sensação de luta de sua boceta em torno de seu pau a cada impulso. Ela sobe em cima dele e cavalga, observando seu rosto para apreciar a expressão de prazer absoluto enquanto seu aperto firme o empurra para mais perto da borda. Ela pode dizer que ele está tentando se conter para não gozar dentro dela. No último minuto, Carolina desliza e chupa seu pau até que ele exploda em todo o rosto dela. Agora que ela sabe como lidar com qualquer discussão, ela pretende foder seu padrasto sempre que puder.











