Quando minha babá, Selina, me disse que sua mãe queria que ela largasse o emprego e se concentrasse em se conectar mais com sua feminilidade, pensei que ela estivesse brincando. Sim, ela era meio moleca, e eu não necessariamente a chamaria de “menininha”, mas ela sempre me pareceu tão fofa que eu nunca a vi como nada além de uma garota bonita. Felizmente, depois de encontrar um vibrador enorme dentro da mochila dela, pude mostrar a ela o quanto ela é feminina: fazendo-a gozar sem parar no meu pau, batendo na bucetinha dela com a força que ela merece e lambendo seu rostinho lindo com a minha gozada. Duvido que ela pare depois disso…
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