O parque de diversões era só barulho, neon e seu namorado — que estava mais ligado no celular do que nela. Ela não estava se divertindo, estava suportando. Então, ela o conheceu. Hunter. Olhos que ousavam, um sorriso que não pedia permissão. Algumas palavras na fila da bilheteria, mas a conversa de verdade aconteceu em faíscas. Dentro da cabine da roda gigante, enquanto o namorado atendia o celular lá embaixo, ela começou um tipo diferente de brinquedo — com aquele que a fazia se sentir vista, desejada, viva. Sem regras, apenas instintos. E uma vista da qual nenhum deles se lembraria nem do horizonte.
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